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quarta-feira, 6 de julho de 2016

EX-PM DE SÃO PAULO SE APRESENTA NA DPC DE QUIXADÁ E NEGA TER PARTICIPADO DA MORTE DOS 3 PM’S

Um ex-policial militar de São Paulo se apresentou às autoridades da Segurança Pública, nesta terça-feira (5), e negou ter participado da emboscada no Município de Quixadá, no Sertão Central (a 154Km de Fortaleza), na última quinta-feira (30), que resultou na morte de três policiais, ferimentos em outro, além de mais dois que foram tomados como reféns. 
O ex-PM identificado como José Pesci de Castro Lopes, negou ter participado do tiroteio ocorrido no Distrito de Juatama. Na ocasião, uma quadrilha fortemente armada abriu fogo contra duas viaturas da PM, resultando na morte do sargento PM Francisco Guanabara Filho, do cabo Antônio Joel de Oliveira Pinto e do soldado Antônio Alves Filho, todos integrantes da patrulha Força Tática de Apoio (FTA) do 9º BPM (Quixadá).
Suspeito de ser integrante da “Quadrilha dos Pipocas”, bando criminoso bastante conhecido das autoridades policiais e da Justiça em Quixadá e outros Municípios do Sertão Central, o ex-PM alegou ter tomado conhecido de que seu nome estava sendo citado como envolvido no crime, através das redes sociais e de veículos da Imprensa local.  Como álibi, informou que no dia em que houve o assassinato dos militares, estava em São Paulo.

Pesci registrou um Boletim de Ocorrência (B.O) na Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá e informou que, na verdade, mora na cidade de Osasco (SP) e que saiu de lá no dia 1º de julho, juntamente com a família, tendo chegado à cidade de Banabuiú (CE), no dia 3, para visitar familiares de sua mulher.  Alegou ainda que, “teme por sua vida” diante da divulgação de seu nome nos noticiários sobre a morte dos policiais em Quixadá e a caçada à quadrilha. 

Fonte: Fernando Ribeiro 

“CADÊ OS DIREITOS HUMANOS QUE NÃO VIERAM ME VISITAR?”, DESABAFA SARGENTO DA PM EM QUIXADÁ

Sargento Campos sendo atendido no hospital
O Sargento João Alves Campos, que retornou a Quixadá nesta segunda-feira (04), após passar por cirurgia no Instituto Dr. José Frota, em Fortaleza, usou seu perfil numa rede social para fazer um desabafo.
“Cadê os direitos humanos que não vieram me visitar? Ah!, lembrei. Sou cidadão. Direitos humanos é para bandido”, disse o militar.
Campos foi baleado com um tiro de fuzil na perna esquerda, durante confronto com bandidos, mas foi socorrido e sobreviveu. 
O projétil da arma atravessou a porta da viatura e, em seguida, atravessou sua perna. Ele foi socorrido num helicóptero para Fortaleza, em estado crítico. Felizmente, está vivo e junto de sua família.
No confronto em que Campos esteve envolvido, três policiais militares – um sargento, um cabo e um soldado -, foram mortos. Na semana em que tudo aconteceu, o Deputado Federal, Cabo Sabino, também havia reclamado publicamente da ausência dos representantes dos direitos humanos em Quixadá.

Fonte: Monólitos Post

EX-INTEGRANTE DO BOPE É SUSPEITO DE MATAR PM'S

Pm's assassinados
Um suspeito de matar três policiais militares na última semana, no município de Quixadá, 167 km de Fortaleza, entregou-se à Delegacia de Quixadá. De acordo com Tenente Coronel Calixto, da Polícia Militar, trata-se de um ex-policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Rio de Janeiro.
O suspeito se apresentou com um advogado e disse não ter relação com o crime. De acordo com o tenente, o ex-policial negou participação no crime. Outros suspeitos também se apresentaram.
Um homem, que teria participado da ação, identificado como José Adailson da Silva (27), foi morto durante uma troca de tiros com policiais do Comando Tático Rural (Cotar), na localidade Entre Rios, zona rural de Choró, a 180 quilômetros de Fortaleza. Além da vítima fatal, outra pessoa também foi ferida durante o tiroteio.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), três homens se apresentaram após a divulgação de fotografias pessoais relacionando o trio ao crime ocorrido na última semana.

Fonte: CNews

CAMOCIM-CE: SAIBA QUAL O PERFIL DAS VÍTIMA DE HOMICÍDIO NO MUNICÍPIO NOS PRIMEIROS SEIS MESES DO ANO DE 2016

Sobre os crimes de homicídios ocorridos no município de Camocim nesse ano de 2016, já foram registrados 14 crimes de mortes, 15 se levarmos em consideração o homicídio ocorrido dentro da cadeia pública de Camocim no mês de janeiro.
A redação do blog Camocim Polícia 24h realizou um levantamento preciso através de nossos arquivos e mostraremos aqui qual o perfil das vítimas assassinadas durante os seis primeiros meses deste ano. Confira o resultado do levantamento:
  • Das 15 pessoas assassinadas, 11 eram adultos e somente 4 eram menores. 
  • Treze das vítimas já tinham passagem pela cadeia pública ou envolvimento com o crime e somente duas delas nunca tiveram problemas com a justiça. 
  • Quatorze das 15 vítimas foram mortas por motivo de vingança, rixa ou dívidas de drogas. 
  • Todas as vítimas eram do sexo masculino 
  • Doze eram camocinenses, uma fortalezense, uma sobralense e outra granjense. 
  • O mês de março foi o que registrou mais homicídios, um total de quatro. Janeiro registrou três, fevereiro mais três, um em abril, um em maio e mais três em junho.
Camocim Polícia 24h

DEPUTADO CAPITÃO WAGNER DENUNCIA FAMÍLIA QUE FINANCIA CRIMES EM QUIXADÁ E QUER VIATURAS COM VIDROS BLINDADOS

Em um discurso veemente na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará, na manhã desta terça-feira (5), o deputado estadual Capitão Wagner (PR), denunciou a precariedade de trabalho dos policiais militares que trabalham em destacamentos, companhias e batalhões da PM no Interior do Ceará, e anunciou que vai requerer a aprovação de uma lei que determine ao governo a blindagem dos pára-brisas das viaturas. E denunciou uma família ligada à política do sertão Central que estaria financiando o crime naquela região.
“Isso é o mínimo”, disse o parlamentar ao citar que o poder bélico dos criminosos supera em muito ao dos policiais.  Wagner citou o recente caso de três militares que foram mortos num confronto com uma quadrilha de assaltantes no Município de Quixadá, no Sertão Central do Estado (a 154Km de Fortaleza). 
“Temo pela vida dos policiais que sobreviveram”, afirmou o parlamentar, informando que os PMs moram em Quixadá e que podem sofrer represálias dos bandidos que também são daquele Município e que estariam sendo bancados pela quadrilha dos irmãos conhecidos como “Pipocas”, criminosos que hoje têm prestígio político na região, chegam a financiar campanhas eleitorais e têm poder de até impor nomeações em cargos nas prefeituras.

Armas

Conforme Wagner, ficou mais que evidenciada a desigualdade do poder de fogo dos criminosos e dos militares. Segundo ele, o Estado poderia corrigir esta distorção, pois, conforme revelou, na Reserva de Armamento do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) há armas de grosso calibre disponíveis, mas que não são repassadas aos militares das unidades do sertão cearense.

Fonte: Fernando Ribeiro

PRESO EM SÃO PAULO BANDIDO CEARENSE MATADOR DE PMS NO VALE DO JAGUARIBE

A extensa ficha criminal do bandido inclui, pelo menos, 19 assassinatos

A Polícia prendeu em São Paulo um dos bandidos mais perigos e procurados do Ceará, acusado de um “rosário” de assassinatos na região do Vale do Jaguaribe, entre eles, a morte de dois policiais militares; além de envolvimento em assaltos a bancos e carros-fortes e tráfico de drogas. A captura do criminoso aconteceu nesta segunda-feira (4).
Edilano da Silva Nogueira, 26 anos, natural de Jaguaretama (a 241Km de Fortaleza), seria um dos principais parceiros do assaltante e matador de policiais, William Diógenes, que está  confinado em um presídio federal de segurança máxima, por ordem da Justiça.
A detenção do bandido já foi comunicada à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), que deverá providenciar escolta para trazê-lo de volta ao Ceará.
Edilano fugiu do Ceará em janeiro último depois que a quadrilha matou um policial militar durante um confronto em uma fazenda na zona rural de Jaguaretama. Na ocasião, William Diógenes comandou o grupo pessoalmente e os criminosos abriram fogo contra a patrulha do Destacamento daquele Município. O soldado Hudson Danilo Lima Oliveira foi gravemente ferido com um tiro de fuzil na cabeça e morreu dois dias depois, em Fortaleza.