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sábado, 21 de maio de 2016

GOVERNO ACEITA AS PROPOSTAS DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS E GREVE É CANCELADA

Pelo menos sete presos morreram durante as rebeliões no Complexo Penitenciário de Itaitinga. O secretário também informou que a greve foi encerrada e que “a categoria deve voltar ao trabalho imediatamente”.

Pelo menos sete presos morreram durante as rebeliões no Complexo Penitenciário de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, que teve início na manhã deste sábado (21). A Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) confirmou três óbitos, no início da noite. O secretário Hélio Leitão não descartou que o número de óbitos pode ser maior já que a situação em todas as unidades que tiveram confrontos ainda está sendo avaliada pelo Governo do Estado.
O secretário não especificou em qual unidade os presos morreram. Informações repassadas ao Diário do Nordeste dão conta que as mortes ocorreram na Casa de Privação Provisória de Liberdade Professor Jucá Neto (CPPL III) que integra o Complexo, junto com a CPPLs II e IV. Conforme apurado, a situação no Complexo ainda não foi estabilizada e a energia no local está cortada desde o início da noite.
De acordo com Hélio Leitão, as rebeliões ocorreram porque os agentes penitenciários, que iniciaram a greve neste sábado apesar da Justiça ter considerado o movimento ilegal, tentaram impedir a visita dos familiares dos detentos. A Polícia Militar foi acionada, e segundo o titular da Sejus, “os agentes tentaram um confronto com os policias que teria consequências imprevisíveis”.

REBELIÃO NA CADEIA PÚBLICA DE CAMOCIM: CONFIRA AS FOTOS DE NOVE DOS 11 FORAGIDOS.

De cima para baixo: Juninho (capturado), Lica, Davi, Negão da Brasília, Ezequiel, Pará, Maleta, Felipe Febém, Gato, e Natan
Como havíamos postado anteriormente, 42 detentos conseguiram fugir durante a rebelião desencadeada pelos detentos da cadeia pública de Camocim. Desses 42 a Polícia Militar conseguiu capturar 30 ainda durante a madrugada. Doze detentos ainda estavam soltos pela cidade até a manhã deste sábado, 21, sendo que uma equipe da Força Tática conseguiu capturar o detento Francisco Wellington da Costa Júnior, vulgo "Juninho", dentro do antigo CSU. Sendo assim ainda estão soltos pela cidade 11 detentos, são eles:
Rafael Milton do Nascimento, vulgo "Sobral"; Erivando da Cunha Rocha, vulgo "Lica"; Francisco Davi do Prado, vulgo "Davi"; Paulo Roberto Araújo do Nascimento, vulgo "Negão da Brasília"; Ezequiel Pereira da Silva; Felipe Rocha do Nascimento, vulgo "Febem"; Josemias Cruz do Nascimento Júnior, vulgo "Pará"; Lucas Silva Costa, vulgo "Maleta"; Marcelino Gomes Alves, vulgo "Gato"; Natan Ferreira Lima, vulgo "Natan" e Roberto dos Santos Cavalcante, vulgo "Roberto".
A Polícia pede que quem tiver alguma informação que leve ao paradeiro dos detentos ligar para o 190 que sua identidade será mantida em sigilo.

Camocim Polícia 24h

VEJA MAIS FOTOS DA REBELIÃO NA CADEIA PÚBLICA DE CAMOCIM





Veja mais fotos abaixo:

REBELIÃO NA CADEIA DE CAMOCIM: VEJA FOTOS DE COMO FICOU O INTERIOR DAS CELAS

Após terem ateado fogo nas celas e promoverem “quebra-quebra”, veja como ficou as celas dos internos.




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REBELIÃO NA CADEIA DE CAMOCIM: VEJA FOTOS DOS DETENTOS RECAPTURADOS.

Dos cerca de 42 detentos que fugiram a Polícia Militar conseguiu recapturar 30. Outros doze continuam foragidos.




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REBELIÃO NA CADEIA DE CAMOCIM: VÍDEO MOSTRA DETENTOS ATEANDO FOGO NA CADEIA.


Camocim Polícia 24h

REBELIÃO NA CADEIA PÚBLICA DE CAMOCIM: VÍDEO MOSTRA MOMENTO EM QUE DETENTOS AMEAÇAM JOGAR REFÉM DENTRO DO FOGO.


Camocim Polícia 24h

CAMOCIM-CE: POLÍCIA MILITAR CONTROLA REBELIÃO DESENCADEADA PELOS DETENTOS DA CADEIA PÚBLICA.


Detentos cadeia pública de Camocim desencadearam uma rebelião durante a noite de sexta-feira, 20. Um grande aparato da Polícia Militar teve que ser usado para contornar a situação caótica que permaneceu durante horas na unidade prisional.

Início

Era por volta das 23h00 de sexta-feira, 20, quando alguns detentos começaram a soltar rojões de dentro pra fora das celas. Imediatamente foi enviadas para o local equipes da Força Tática, FTM  e Ronda do Quarteirão, além do reforço de quatro agentes penitenciários lotados na cadeia.
A situação só piorava e os ânimos se arriçavam, tanto por partes dos militares como por parte dos detentos. Cerca de meia noite o Tenente Coronel Artunane Aguiar compareceu ao local e passou a comandar pessoalmente a operação com o auxílio do Tenente Cleumir.
Os detentos se rebelavam cada vez mais e passaram a queimar muitos de colchões, vários armários de duas salas de aulas, roupas, papelões etc. Uma fogaréu tomou conta do corredor das celas de modo que alcançou o forro da cadeia. Imediatamente uma equipe do Corpo de Bombeiros foi deslocada para o local e por volta de 01h00 da manhã já de sábado chegou à cadeia e consegui debelar o incêndio.

Detento feito refém

Momentos depois a rebelião se agravou e os internos promoveram mais “quebra-quebra” dentro das celas. Todos os portões da celas foram danificados e os detentos ficaram soltos no corredor. Pra piorar a situação um detento foi feito de refém e por várias horas os internos ameaçavam degolá-lo com uma faca no pescoço.

Fugas

Em seguida foram quebrados os cadeados da grade de acesso ao pátio externo e a partir daí eles passaram a fugir por diferentes locais da unidade.
Já por volta de 02h00 da manhã, militares do Cotar e do Batalhão de Divisas chegaram à Camocim e junto com os demais policiais engajaram na operação. Parte dos policiais e os agentes permaneceram na cadeia para que mais fuga fosse evitada enquanto outras equipes saturavam pelas imediações objetivando capturar os detentos fujões.
Na fuga, vários dos detentos subiram e escalaram lojas e casas, inclusive parte deles ficaram escondidos nos telhados. Cerca de 42 detentos conseguiram fugir, se espalhando por locais diferentes. Com muito esforço e abnegação, os militares ainda conseguiram captura 30 presos, 15 deles invadiram uma residência e só se entregaram graças a negociação realizada pelo Tenente Coronel Artunane.

Negociação, Invasão e contenção

Com armamento apropriado (não letal), pm's do Cotar planejavam a invasão, contudo não houve necessidade. Já por volta das 03h00 o Tenente Coronel Artunane auxiliado pelo administrador da cadeia iniciou uma negociação com os líderes da rebelião. Somente quando estavam praticamente sem saída e após muita negociação foi que os detentos enfim libertaram o refém, entregaram as armas e resolveram permitir a entrada dos policiais. Uma revista minuciosa foi realizada nas celas já praticamente destruídas e também nos detentos, um por um.

Recontagem

Os agentes penitenciários fizeram uma recontagem e constataram que doze detentos ainda estavam foragidos, são eles: 
Rafael Milton do Nascimento; Erivando da Cunha Rocha, vulgo "Lica"; Francisco Davi do Prado; Paulo Roberto Araújo do Nascimento; Ezequiel Pereira da Silva; Francisco Wellington da Costa Júnior, vulgo "Juninho"; Felipe Rocha do Nascimento; Josemias Cruz do Nascimento Júnior; Lucas Silva Costa; Marcelino Gomes Alves; Natan Ferreira Lima; Roberto dos Santos Cavalcante.
Os detentos capturado e os que não conseguiram fugir foram postos no corredor da celas, visto que estas se encontram quase que totalmente destruídas. Segundo os pm's e agentes, o risco de fuga ainda é muito grande, pois no corredor há somente dois portões com pequenos cadeados.
Nesse momento várias equipes policiais saturam pela cidade a procura dos internos que ainda estão foragidos. 
Do blog: A cadeia pública de Camocim está superlotada com quase 180 detentos para seis celas e uma capacidade para apenas 67. Um dos motivos que os presos alegam para a rebelião foi o cancelamento das visitas devido o estado de greve dos agentes. Um número razoável de pm's estão nesse momento reforçando a segurança na cadeia.
Participaram da operação: Força Tática, FTM, Ronda do Quarteirão, destacamento de Granja, destacamento de Barrroquinha, Cotar, Batalhão de Divisas e Agentes Penitenciários.

Camocim Polícia 24h