quinta-feira, 2 de agosto de 2018

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RECORDE! 125 PRISÕES POR TRÁFICO NA ÁREA DA 3ªCIA/3ºBPM DURANTE TODO O ANO. CAMOCIM TEVE 54 SOMENTE NO MÊS DE JULHO


A população tem sido testemunha de que a Polícia Militar tem travado uma batalha intensa visando coibir o tráfico de drogas nos municípios que compõem a área da 3ªCia do 3ºBPM (Camocim, Granja, Chaval, Barroquinha e Martinópole).
O combate a este crime, considerado um dos mais perversos contra a sociedade, tem tido excelentes resultados, tanto é que somente nos primeiros 07 meses do ano de 2018 foram realizadas 125 *prisões (ou conduções) por tráfico de drogas na área da 3ªCia do 3ºBPM. Nesse período em Camocim aconteceram 90 prisões (ou conduções), em Granja ocorreram 17, em Martinópole 05, em Barroquinha 09 e em Chaval 04.

Evolução mês a mês

Confira a evolução no número de prisões (ou conduções) nos município de nossa área:

Camocim: No mês de janeiro aconteceram 05 prisões (ou conduções); fevereiro 05; março 06; abril 04; maio 07; junho 09 e julho nada mais nada mesmo que 54 prisões (ou conduções).

Granja: Janeiro com 03 prisões (ou conduções); fevereiro nenhuma; março nenhuma; abril nenhuma; maio 01; junho 06 e julho 07.

Martinópole: Janeiro nenhuma prisão (ou condução); fevereiro 01; março nenhuma; abril nenhuma; maio nenhuma; junho nenhuma e julho 04.

Barroquinha: Janeiro 01 prisão (ou condução); fevereiro nenhuma; março nenhuma; abril 01; maio 01; junho 01 e julho 05.

Chaval: Janeiro nenhuma prisão (ou condução); fevereiro 02; março nenhuma; abril 01; maio 01, junho nenhuma e julho nenhuma.

Mês de julho

O mês de julho entrou para a história como o mês de maior combate ao tráfico de drogas e prisões de traficantes no município de Camocim desde 1974, data da criação da 3ª Cia do 3º BPM. Com um total de 54 prisões (ou conduções), o mês de julho supera todos os meses passados de 2018, todos juntos. Não resta dúvida que o reforço da base do BPRaio em Camocim é um dos principais motivos no aumento significativo nas prisões de traficantes que veio a se somar com as também muitas prisões realizadas principalmente pela Força Tática e FTM.

Criminalidade em queda

Não resta dúvida que o tráfico de drogas é que fomenta a prática de vários outros crimes como homicídios, lesões corporais, assaltos, furtos, etc. O que a população tem percebido é que com os recordes nas prisões por tráfico de drogas, os demais crimes estão em queda livre e essa sensação de segurança pública e paz social é uma realidade atualmente em nossa cidade.

Denúncias

De acordo com o Major Eduardo, para que os crimes continuem caindo é muito importante que a população continue denunciando de forma anônima as ações criminosas em nossa cidade. Você pode fazer sua denúncia de forma segura e sigilosa diretamente para o whatsapp do Raio: (88) 9 9476 8018 / Whatsapp do Camocim Polícia 24h (88) 9 9233 3310 ou para o 190.
Observação: Vale ressaltar que o Camocim Polícia 24h considera como prisões (ou conduções) por tráfico de drogas, todas as prisões em flagrantes relacionadas ao tráfico, apreensões de menores por tráfico, aberturas de inquéritos por portarias para apurar crimes de tráficos e cumprimentos de mandados de prisões a indivíduos acusados ou condenados por tráfico.
Camocim Polícia 24h

O INCENTIVO PÚBLICO AOS BAILES FUNKS E OUTROS MALES

Nosso cotidiano está cercado de situações em que simplesmente não paramos para refletir o real motivo das coisas. Talvez seja por isso que não se iniciou um sério debate a respeito do desperdício de dinheiro público na realização de festas públicas enquanto faltam recursos para serviços essenciais na saúde e educação, por exemplo. Reza a cartilha dos administradores a fraude de que esses eventos “movimentam a economia”, só não se divulgam os desperdícios acumulados desde a contratação dos artistas até aos gastos com a violência e desastres no trânsito, etc.. Só que no mundo das realidades, o que interessa são os fatos. É cada vez mais comum, por exemplo, a colocação de telões nos shows com a divulgação de cenas promovendo a imagem dos gestores locais, numa afronta grotesca ao princípio constitucional da impessoalidade, que veda tal artifício. Os próprios artistas, que por uma dessas ironias são muito bem pagos pelos contribuintes, regularmente costumam exagerar nesse tipo de promoção no ato de suas exibições. O problema é que para a esmagadora maioria dos foliões, a Constituição é um desses negócios estranhos que por ventura não pode ser utilizado para parâmetro algum, desde que não seja para alegar seus direitos. Outra questão que precisa ser conversada diz respeito à avacalhação que virou moda nas festas públicas que seria a sua transformação em verdadeiros bailes funks, com todas as suas apologias criminosas, inclusive nos recentes tradicionais festivais de quadrilhas juninas. Chama-nos especialmente atenção a tara dos compositores desse estilo pela exaltação ao crime e suas facções, à sexualidade infantil, ao consumo de drogas, às palavras de calão e tantos outros maus gostos possíveis. Num país sério, o que não é o nosso caso, isso seria motivo suficiente para censura e proibição ao estímulo dessa praga (que é promovido acredite, com o nosso dinheiro). Mas estamos no Brasil, onde qualquer crítica nesse sentido é considerada “preconceito da elite branca contra a cultura da comunidade”. Há alguma estranha relação envolvendo o mau investimento de dinheiro público, passando desde a promoção indevida de servidores públicos ao estímulo dos “bailes de favela” que precisamos.

Por Roberto Fernandes Pessoa – 1º TEN QOPM