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quinta-feira, 27 de abril de 2017

ADVOGADO MATOU GUARDA MUNICIPAL ENVENENADO PARA FICAR COM DINHEIRO DA VÍTIMA, DIZ POLÍCIA


Advogado gastou parte do dinheiro da vítima que seria usado na compra de um imóvel. Vítima foi envenenada com 'chumbinho'.

Polícia Civil concluiu que o advogado preso suspeito de matar o guarda municipal José Gonçalves Fonseca, 52 anos, executou o crime por ter gastado o dinheiro que havia recebido da vítima para compra de um imóvel em Fortaleza. De acordo com o diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Leonardo Barreto, o advogado envenenou o guarda municipal e depois escondeu o corpo.
Conforme Leonardo Barreto, as investigações apontaram que o suspeito matou o guarda com a intenção de se apossar da quantia de R$ 120 mil da vítima. O valor seria utilizado na compra da casa.
A Polícia descobriu que o suspeito, que é casado com uma sobrinha da vítima, realizava um trabalho para ele referente à compra de um imóvel que teria pendências judiciais. Por isso, José Gonçalves depositou uma quantia em dinheiro para que o suspeito administrasse o pagamento da casa.
Os pagamentos não foram realizados, então a vítima e os vendedores da casa passaram a pressionar o advogado. Conforme a polícia, o suspeito não teve como restituir o dinheiro e assassinou o homem.


O advogado Victor Henrique matou o advogado com chumbinho, segundo a polícia 
Guarda foi morto envenenado

As investigações da DHPP apontaram que José Gonçalves foi envenenado por "chumbinho" (veneno usado para matar ratos) e teve o corpo jogado em um matagal na Rua Walter Fernandes, no Bairro Manoel Dias Brancos. Seu corpo foi localizado dois dias depois do desaparecimento.
O suspeito do crime ainda acompanhou a esposa da vítima, um dia após o desaparecimento, no 2º Distrito Policial, onde ela registrou a ocorrência do desaparecimento.
O delegado George Monteiro, presidente do inquérito policial, afirmou que foram apreendidos comprovantes bancários, folhas de cheques e comprovantes de transações bancárias, além de um blazer e uma toalha com manchas suspeitas. O material foi levado para realização de exames periciais. Um notebook do advogado também foi apreendido em seu local de trabalho. No computador constavam pesquisas referente "laudos cadavéricos de IML por morte por asfixias".
O advogado foi preso temporariamente em 23 de março e teve a prisão convertida em preventiva em 21 de abril. Ele foi indiciado por homicídio e furto qualificados, além de ocultação de cadáver.

Fonte: DN

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