24 de fevereiro de 2016

CASO GLEYDSON CARVALHO: JUSTIÇA NEGA LIBERDADE PARA ACUSADO DE FINANCIAR MORTE DE RADIALISTA EM CAMOCIM

Francisco Pereira da Silva foi preso em Martinópole por agentes da COIN (Coordenadoria de Inteligência) na manhã do dia 02 de dezembro de 2015. Relembre a matéria AQUI.

Francisco Pereira da Silva teve habeas corpus negado, nessa terça-feira (23/02), em sessão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). Ele é acusado de financiar o homicídio do radialista Gleydson Carvalho no Município de Camocim (a 379 km de Fortaleza). 
O réu foi denunciado por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e mediante a recurso que dificulte a defesa da vítima) e organização criminosa armada. A defesa, tentando que o acusado responda em liberdade, interpôs habeas corpus (n° 0002010-53.2015.8.06.000) no TJCE. Alegou falta de fundamentação na decretação da prisão. Além de excesso de prazo na formação da culpa.
Segundo o relator do processo, desembargador Mário Parente Teófilo Neto, a sua prisão está devidamente fundamentada na garantia da ordem pública, “as circunstâncias do fato comprovam a especial gravidade do delito atribuído ao paciente [acusado] e seus comparsas, revelando sua periculosidade ao meio social”. O magistrado destacou ainda que a liberdade dele colocaria em risco a segurança das testemunhas.
No argumento de excesso de prazo, o magistrado entendeu que “o feito vem tramitando regularmente, sem qualquer excesso de prazo, considerando a multiplicidade de réus”.

CAMOCIM-CE: AÇÃO REALIZADA POR AGENTES E PM'S APREENDE CELULARES NA CELA FEMININA DA CADEIA.

Durante a noite de terça-feira, 23, uma ação entre agentes penitenciários e policiais militares culminou com a apreensão de aparelhos celulares, carregadores chips, fones de ouvido e um cossoco na cela feminina da cadeia pública de Camocim.
Os agentes foram informados por uma pessoa não identificada que na cela feminina havia entrado todo esse material. 
Com o apoio dos pm’s da guarnição do presídio e os do Ronda, os agentes realizaram uma vistoria surpresa e apreenderam todo o material já citado. Como de praxe nenhuma das detentas assumiu ser a proprietária do material. Segundo o administrador da cadeia, todos os objetos serão enviados para o juiz responsável pela unidade.

Realizaram a apreensão: Aps Kelyton, Cleuton e Ad Hoc Josimar com apoio dos policiais militares da Guarnição da cadeia e do Ronda do quarteirão.